Alguns dos documentos, assinados pelo procurador-geral do município, Jadson Pereira Gonçalves, apresentam rasura na data e apontam o motivo pelo qual a desocupação está sendo determinada.
A reação dos camelôs foi imediata e eles tentaram falar ontem com o super secretário Hélio Peluffo Filho para saber por qué o trato feito anteriormente está sendo desrespeitado. “Somos conscientes de que uma hora teremos que sair, mas o que foi combinado na reunião que tivemos na Prefeitura no ano passado não foi isso, ficaram de arrumar outro local para trabalharmos até a conclusão da obra na linha”, frisam.